Chacón posiciona-se para candidata a PM pelo PSOE

Carme Chacón, ex-ministra da Defesa espanhola, anunciou esta tarde que não será candidata a secretária-geral do PSOE no congresso de julho se a eleição do novo líder dos socialistas espanhóis for feita apenas pelos militantes do partido, conforme foi anunciado que seria por Alfredo Pérez Rubalcaba. Este demitiu-se da liderança socialista após a derrota nas eleições europeias.

Chacón defende primárias abertas a militantes e simpatizantes dos socialistas. Essas são admitidas por Rubalcaba, sim, mas só para depois do Congresso, para escolher o candidato do partido a primeiro-ministro às legislativas de 2015. O anúncio da ministra da Defesa de José Luis Rodríguez Zapatero surgiu através de um site que lançou esta tarde: 'primariasabiertas.com'.

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"Não serei candidata a esse processo [de eleição do novo secretário-geral] , se for aprovado. Não contribuirei para a cerimónia da confusão", escreveu no site, referindo-se à eleição do líder do PSOE apenas pelos militantes do partido e ao Congresso marcado para 18 a 20 de julho.

"O que farei depois é trabalhar com as centenas de filiados e progressistas independentes que me acompanharam neste período [...] Trabalharei também para que sejam convocadas umas primárias abertas nas quais possam participar todos os cidadãos progressistas. Quando forem convocadas, concorrerei a essas eleições", precisou a ex-governante, que neste momento se encontra a dar aulas nos Estados Unidos.

Chacón posiciona-se, assim, para entrar na corrida da escolha do candidato socialista à Moncloa nas eleições legislativas de 2015.

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