Líderes mundiais homenageiam hoje o "pai da nova África do Sul"

Presidentes e chefes de governo de mais de 50 países prestam hoje uma última homenagem a Nelson Mandela no mesmo estádio de Joanesburgo onde, em 2010, o ex-presidente sul-africano fez a sua última aparição pública.

Nessa altura, na final do Campeonato do Mundo de Futebol, Mandela, visivelmente debilitado, foi saudado pelos milhares de pessoas que enchiam o Estádio FNB (First National Bank), nas imediações do simbólico bairro do Soweto, nos arredores de Joanesburgo onde o histórico líder do ANC residiu durante alguns anos.

Hoje, numa cerimónia que encherá o estádio e está a causar, há vários dias, grandes problemas para a organização da principal cidade africana, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, e os presidentes norte-americano, Barack Obama, brasileira, Dilma Rousseff, e cubano, Raul Castro, entre outros, evocarão a figura do histórico combatente anti-apartheid, que morreu em 05 de dezembro com 95 anos.

Na cerimónia estará presente o Presidente português, Cavaco Silva, que aterra em Joanesburgo pelas 11:00 (09:00 em Lisboa) e regressa a Portugal cerca de oito horas depois.

Depois do último adeus em Joanesburgo, o corpo de Mandela vai estar exposto durante três dias na vizinha Pretória, a capital, antes de, no domingo, ser finalmente sepultado nunca campa modesta, junto dos mortos da sua família, em Qunu, a sua terra natal, na província do Cabo Oriental.

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