Portas reitera que é preciso salvaguardar eleições

Acordo no que é urgente para evitar rupturas de financiamento, salvaguardar as estratégias que os portugueses escolherão nas eleições. Paulo Portas reiterou hoje, em S. Bento, que o governo de gestão não deve fechar todo o acordo, condicionando o próximo Governo.

Após uma reunião mais prolongada do que a de Passos Coelho, Portas sublinhou praticamente todos os pontos que o PSD fizera antes: pediu "transparência nas contas", que seja preservada margem nas negociações para o "crescimento da economia", privilegiados "os cortes no Estado e a situação social do país.

O líder do CDS sublinhou que "é o governo quem faz a negociação" - limitando-se os partidos a "acompanhar, avaliar" e decidir sobre o processo. Pediu um travão "de uma vez por todas" nas grandes obras. E chamou a atenção para um estudo do próprio FMI, de 2010, onde se avalia os programas de ajustamento realizados, alegadamente concluindo pela maior eficácia dos que privilegiam os cortes na despesa pública.

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