Passos quer "esqueletos fora do armário"

O líder do PSD garantiu hoje que dará "toda a ajuda" que for necessária para que Portugal obtenha ajuda externa, apresentando para isso propostas que permitam não descurar a necessidade de crescimento e o apoio aos mais frágeis da sociedade.

À saída do encontro com José Sócrates, em S. Bento, onde foi saber como se procederão às negociações com a "troika", Passos fez uma exigência: "suscitar ao Governo todos os dados sobre a situação de partida", que crê ser "pior" do que aquela que o Governo disse aquando do PEC4. Passos disse mesmo que "não podem haver esqueletos no armário" e que só uma análise completa do estado das contas públicas permitirá negociar tudo com Bruxelas e o FMI.

Com Eduardo Catroga a seu lado, Passos Coelho culpou o Governo por uma situação de "ruptura de financiamento". Voltou a exigir um esforço do Estado, para além do que vai ser necessário para os cidadãos e voltou a sublinhar que não aceitará "que se pressionem os salários e pensões mais baixas".

Mesmo apresentando propostas, o líder do PSD esclareceu que "quem vai comandar a negociação é o Governo".

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG