PS recusa "compromissos duradouros" com o Governo

O PS reagiu à comunicação do primeiro-ministro dizendo que "este pode ainda ser o Governo de Portugal mas já não é o governo dos portugueses".

João Assunção Ribeiro, porta-voz do partido, fez uma declaração (sem direito a perguntas) no Porto onde considerou a intervenção de Passos Coelho como "a todos títulos lamentável".

Segundo acrescentou, o primeiro-ministro usou o Tribunal Constitucional como "alibi" para a sua própria incompetência, mostrando-se "sem coragem de reconhecer que errou".

O primeiro-ministro - disse ainda o porta-voz socialista - limitou-se a "chantagear os portugueseses", revelando "ânsia de os castigar".

Passos Coelho está "acossado" e "ensaia uma fuga para a frente" num "lamentável exercício de passa culpas". Trata-se, enfim, de uma "visão maniqueísta inaceitável em democracia".

O secretário-geral do PS, António José Seguro, marcou uma reunião extraordinária do secretariado nacional do Partido Socialista para amanhã às 15.00.

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