"Modelação" no corte dos subsídios custa 130 milhões

A "modelação" nos cortes dos subsídios proposta pela maioria PSD/CDS vai custar 130 milhões, verba que "compensada", segundo o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, com um aumento (de 21,5% para 25%) da taxa liberatória nos juros dos dividendos bolsistas.

Montenegro disse que a elevação das fasquias de rendimentos para cortes parciais e totais dos subsídios da função pública aumentará de dez mil para 50 mil o número de funcionários isentos desses cortes. Segundo disse, 1,9 milhões de pensionistas (78% dos beneficiários da Caixa Geral de Aposentações) ficarão isentos de cortes nos seus 13º e 14º mês.

As propostas de alteração ao OE-2012 entregues hoje de manhã pela maioria PSD/CDS na mesa da AR alargam os limites a partir dos quais se farão os cortes nos subsídios de férias e de Natal para os pensionistas e funcionários públicos.

A proposta original dizia que até um rendimento colectável de 485 euros/mês ninguém teria cortes nos subsídios - sendo os cortes progressivos a partir desse valor, até mil euros/mês Essa fasquia mínima foi elevada para 600 euros/mês. A proposta dizia também que os cortes seriam totais para todos os rendimentos a partir de mil euros/mês. Essa fasquia foi elevada para 1100 euros/mês.

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