Três anos para vender o banco foi trágico

A demora na decisão sobre o destino do BPN acabou por ser excessivamente cara.

Primeiro a decisão de nacionalizar o banco, fundamentada pelo Banco de Portugal em escassas linhas, depois as dúvidas do presidente Cavaco Silva em promulgar e, por fim, a descredibilização completa da marca BPN. Três anos de nacionalização, sem uma decisão concreta sobre o destino a dar ao banco, foi demasiado tempo. Uma conclusão unânime saída do debate do DN.

Manuel Meira Fernandes, que integrou a administração de Cadilhe em 2008, e apresentou uma alternativa à nacionalização, aproveitou para criticar a justificação do então ministro das Finanças, Teixeira dos Santos. "O ministro disse que a nacionalização teria custo zero para os contribuintes, e esse é um erro elementar. Quando o BPN foi nacionalizado, a situação líquida era negativa: 380 milhões de euros. Quando se compra qualquer coisa negativo, esse é o prejuízo."

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