Estado fica com 300 milhões de dívida da SLN

Foram criadas três empresas públicas para gerir a "má" herança do BPN: 3,9 mil milhões de euros.

As chamadas "sociedades-veículo", que têm um prazo de validade até 2020, estão a absorver os ativos tóxicos do BPN desde 2010 e a tentar recuperar o máximo possível. Venda ao BIC só foi possível depois de o banco ter sido limpo.

Dos 2,5 mil milhões de crédito malparado que o Estado retirou do BPN para o conseguir vender, 300 milhões são do grupo Sociedade Lusa de Negócios, agora denominado Galilei. O BIC recusou, assim, ficar com créditos das empresas que foram lideradas por Oliveira Costa. A responsabilidade sobre a cobrança deste valor é agora da Parvalorem, uma das três "sociedades-veículo" que o Estado criou para colocar os "ativos tóxicos" do BPN, e para onde tem transferido créditos desde 2010.

Parvalorem, Parups e Parparticipadas são as empresas que, a prazo, irão limpar o que restou do BPN (no valor de 3,9 mil milhões).

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