Mário Lino espera que a justiça faça o seu trabalho

O ex-ministro das Obras Públicas Mário Lino saiu hoje em silêncio do Tribunal Central de Instrução Criminal, onde tinha entrado hora e meia antes para depor como testemunha do arguido Armando Vara no processo Face Oculta.

Escusando-se a prestar declarações aos jornalistas, Mário Lino e o seu advogado, João Nabais, saíram do tribunal às 11.05. Antes, à entrada, o ex-ministro tinha dito apenas: "deixem que a justiça faça o seu trabalho".

Mário Lino deverá ter esclarecido situações relacionadas com alegadas pressões que terá sofrido quando estava à frente das Obras Públicas para afastar a administração da REFER. Na altura, Mário Lino reagiu publicamente, dizendo que "nunca esteve em causa qualquer demissão nem pressão para demitir ninguém".

A primeira testemunha de Armado Vara a chegar foi o presidente da REFER, Luís Pardal. Outras das testemunhas arroladas pelo ex-administrador do BCP foi a deputada Ana Paula Vitorino, antiga secretária de Estado de Mário Lino, que optou por prestar o seu depoimento por escrito.

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