Armando Vara quer aceder a escutas destruídas

A destruição das escutas entre Armando Vara e José Sócrates - promovida pelo procurador-geral, Pinto Monteiro, e decidida pelo presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Noronha do Nascimento - já está a ter efeitos no julgamento do processo "Face Oculta".

Agora, até o advogado de Armando Vara defende o acesso a um sms que foi mandado destruir, dizendo que, sem tal produto, a defesa do seu cliente fica prejudicada. Advogados preparam recursos, alegando nulidades das intercepções. É mais uma "bomba-relógio" atrelada ao caso.

É que, para além do recurso pendente no Tribunal Constitucional (no qual Paulo Penedos defende que Noronha do Nascimento lhe negou o direito ao recurso quando ordenou a destruição das conversas entre Vara e Sócrates), agora é no próprio julgamento que os advogados estão a perceber que, devido às decisões dos mais altos responsáveis da justiça, têm um filão pela frente para alegar a nulidade das escutas telefónicas que constam do processo.

Leia mais pormenores no e-paper do DN

Outras Notícias

Outros conteúdos GMG