A crise que mudou o futuro do BCP

O fracasso da OPA do BCP sobre o BPI - operação que Jardim Gonçalves, antecipando a derrota, quis "abortar" mas Paulo Teixeira Pinto exigiu levar até ao fim - parece ter ditado [a ausência de] o futuro de Teixeira Pinto no banco.

Jardim quis reforçar os poderes do Conselho Geral e de Superior e abriu uma guerra sem precedentes, que se arrastou longos meses. Teixeira Pinto não resistiu à crise de poder e deu o lugar a Filipe Pinhal, anunciando a saída a 31 de Agosto. Jardim acabaria por não resistir também às polémicas sobre favorecimentos, com a historia de créditos perdoados a um dos seus filhos. Com a polémica em torno dos  ‘off-shores’ criados para subscrever aumentos de capital do banco, a equipa de Filipe Pinhal acaba igualmente por desistir da corrida à presidência do BCP, surgindo o nome de Carlos Santos Ferreira, apoiado pelos principais accionistas do banco. A 15 de Janeiro de 2008, o ex-presidente da CGD chega à presidência do BCP e relança o futuro do banco.

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