Arlindo de Carvalho não pode contactar ex-administração

O Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) proibiu Arlindo de Carvalho, ex-ministro da Saúde e antigo accionista do Banco Português de Negócios (BPN), de contactar membros da antiga administração liderada por Oliveira e Costa, o principal arguido deste processo.

Esta é a única medida de coacção imposta a Arlindo de Carvalho, suspeito de crimes de fraude fiscal, abuso de confiança e burla, e a José Neto (sócio do ex-ministro numa imobiliária), segundo revelou aos jornalistas o advogado de ambos, João Nabais, à porta do TCIC.

Nabais insise que a decisão do juiz de instrução Carlos Alexandre não impede Arlindo de Carvalho e José Neto de contactarem entre si.

administração do banco presidida por Oliveira e Costa, por decisão hoje conhecida do juiz Carlos Alexandre.

Os arguidos conhecidos neste processo são Arlindo de Carvalho, José Neto e outro administrador da sociedade de gestão e exploração imobiliária Pousa Flores, à qual o ex-ministro da Saúde tem ligações, Oliveira e Costa, ex-presidente da instituição bancária, Dias Loureiro, ex-administrador da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), que detinha o banco, e Coelho Marinho, antigo administrador do BPN.

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