Os treinadores campeões

Lista de todos os treinadores campeões do principal campeonato nacional de futebol:

34/35     FC PORTO       Josef Szabo (Hungria)
35/36     BENFICA - Lipo Herczka (Hungria)
36/37     BENFICA - Lipo Herczka (Hungria)
37/38     BENFICA - Lipo Herczka (Hungria)
38/39     FC PORTO       Mihaly Siska (Hungria)
39/40     FC PORTO       Mihaly Siska (Hungria)
40/41     SPORTING       Josef Szabo (Hungria)
41/42     BENFICA - Janos Biri (Hungria)
42/43     BENFICA - Janos Biri (Hungria)
43/44     SPORTING       Josef Szabo (Hungria)
44/45     BENFICA - Janos Biri (Hungria)
45/46     BELENENSES     AUGUSTO SILVA
46/47     SPORTING       Robert Kelly (Inglaterra)
47/48     SPORTING       CÂNDIDO DE OLIVEIRA
48/49     SPORTING       CÂNDIDO DE OLIVEIRA
49/50     BENFICA - Ted Smith (Inglaterra)
50/51     SPORTING       Randolph Galloway (Inglaterra)
51/52     SPORTING       Randolph Galloway (Inglaterra)
52/53     SPORTING       Randolph Galloway (Inglaterra)
53/54     SPORTING       TAVARES DA SILVA
54/55     BENFICA - Otto Glória (Brasil)
55/56     FC PORTO       Dorival Yustrich (Brasil)
56/57     BENFICA - Otto Glória (Brasil)
57/58     SPORTING       Enrique Fernandez (Uruguai)
58/59     FC PORTO       Otto Bumbel (Brasil)
               Béla Guttman (Hungria)
59/60     BENFICA - Béla Guttman (Hungria)
60/61     BENFICA - Béla Guttman (Hungria)
61/62     SPORTING       Otto Glória (Brasil)
               JÚLIO CERNADAS PEREIRA "JUCA"
62/63     BENFICA - Fernando Riera (Chile)
63/64     BENFICA - Lajos Czeizeer (Hungria)
64/65     BENFICA - Elek Schwartz (Roménia)
65/66     SPORTING       Otto Glória (Brasil)
66/67     BENFICA - Fernando Riera (Chile)
67/68     BENFICA - Fernando Riera (Chile)
               FERNANDO CABRITA
               Otto Glória (Brasil)
68/69     BENFICA - Otto Glória (Brasil)
69/70     SPORTING       FERNANDO VAZ
70/71     BENFICA - Jimmy Hagan (Inglaterra)
71/72     BENFICA - Jimmy Hagan (Inglaterra)
72/73     BENFICA - Jimmy Hagan (Inglaterra)
73/74     SPORTING       MÁRIO LINO
74/75     BENFICA - Milorad Pavic (Hungria)
75/76     BENFICA - MÁRIO WILSON
76/77     BENFICA - John Mortimore (Inglaterra)
77/78     FC PORTO       JOSÉ MARIA PEDROTO
78/79     FC PORTO       JOSÉ MARIA PEDROTO
79/80     SPORTING       RODRIGUES DIAS
               FERNANDO MENDES
80/81     BENFICA - Lajos Baroti (Hungria)
81/82     SPORTING       Malcolm Allison (Inglaterra)
82/83     BENFICA - Sven-Goran Eriksson (Suécia)
83/84     BENFICA - Sven-Goran Eriksson (Suécia)
84/85     FC PORTO       ARTUR JORGE
85/86     FC PORTO       ARTUR JORGE
86/87     BENFICA - John Mortimore (Inglaterra)
87/88     FC PORTO       Tomislav Ivic (Jugoslávia)
88/89     BENFICA - ANTÓNIO OLIVEIRA "TONI"
89/90     FC PORTO       ARTUR JORGE
90/91     BENFICA - Sven-Goran Eriksson (Suécia)
91/92     FC PORTO       Carlos Alberto Silva (Brasil)
92/93     FC PORTO       Carlos Alberto Silva (Brasil)
93/94     BENFICA - ANTÓNIO OLIVEIRA "TONI"
94/95     FC PORTO       Bobby Robson (Inglaterra)
95/96     FC PORTO       (x) Bobby Robson (Inglaterra)
96/97     FC PORTO       ANTÓNIO OLIVEIRA
97/98     FC PORTO       ANTÓNIO OLIVEIRA
98/99     FC PORTO       FERNANDO SANTOS
99/00     SPORTING       Giuseppe Materazzi (Itália)
               AUGUSTO INÁCIO
00/01     BOAVISTA       JAIME PACHECO
01/02     SPORTING       Laszlo Boloni (Roménia)
02/03     FC PORTO       JOSÉ MOURINHO      
03/04     FC PORTO       JOSÉ MOURINHO
04/05     BENFICA - Giovanni Trapattoni (Itália)
05/06     FC PORTO       Co Adriaanse (Holanda)
06/07     FC PORTO       JESUALDO FERREIRA
07/08     FC PORTO       JESUALDO FERREIRA
08/09     FC PORTO       JESUALDO FERREIRA
09/10     BENFICA - JORGE JESUS


(x) - O adjunto Augusto Inácio orientou a equipa em sete jornadas, devido a problemas de saúde de Bobby Robson.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

O populismo entre nós

O sucesso eleitoral de movimentos e líderes populistas conservadores um pouco por todo o mundo (EUA, Brasil, Filipinas, Turquia, Itália, França, Alemanha, etc.) suscita apreensão nos países que ainda não foram contagiados pelo vírus. Em Portugal vários grupúsculos e pequenos líderes tentam aproveitar o ar dos tempos, aspirando a tornar-se os Trumps, Bolsonaros ou Salvinis lusitanos. Até prova em contrário, estas imitações de baixa qualidade parecem condenadas ao fracasso. Isso não significa, porém, que o país esteja livre de populismos da mesma espécie. Os riscos, porém, vêm de outras paragens, a mais óbvia das quais já é antiga, mas perdura por boas e más razões - o populismo territorial.

Premium

João Gobern

Navegar é preciso. Aventuras e Piqueniques

Uma leitura cruzada, à cata de outras realidades e acontecimentos, deixa-me diante de uma data que, confesso, chega e sobra para impressionar: na próxima semana - mais exatamente a 28 de novembro - cumpre-se meio século sobre a morte de Enid Blyton (1897-1968). Acontece que a controversa escritora inglesa, um daqueles exemplos que justifica a ideia que cabe na expressão "vícios privados, públicas virtudes", foi a minha primeira grande referência na aproximação aos livros. Com a ajuda das circunstâncias, é certo - uma doença, chata e "comprida", obrigou-me a um "repouso" de vários meses, longe da escola, dos recreios e dos amigos nos idos pré-históricos de 1966. Esse "retiro" foi mitigado em duas frentes: a chegada de um televisor para servir o agregado familiar - com direito a escalas militantes e fervorosas no Mundial de Futebol jogado em Inglaterra, mas sobretudo entregue a Eusébio e aos Magriços, e os livros dos Cinco (no original The Famous Five), nada menos do que 21, todos lidos nesse "período de convalescença", de um forma febril - o que, em concreto, nada a tinha que ver com a maleita.

Premium

Henrique Burnay

O momento Trump de Macron

Há uns bons anos atrás, durante uns dias, a quem pesquisasse, no Yahoo ou Google, já não me lembro, por "great French military victories" era sugerido se não quereria antes dizer "great French military defeats". A brincadeira de algum hacker com sentido de ironia histórica foi mais ou menos repetida há dias, só que desta vez pelo presidente dos Estados Unidos, depois de Macron ter dito a frase mais grave que podia dizer sobre a defesa europeia. Ao contrário do hacker de há uns anos, porém, nem o presidente francês nem Donald Trump parecem ter querido fazer humor ou, mais grave, percebido a História e o presente.

Premium

Ruy Castro

Um Vinicius que você não conheceu

Foi em dezembro de 1967 ou janeiro de 1968. Toquei a campainha da casa na Gávea, bairro delicioso do Rio, onde morava Vinicius de Moraes. Vinicius, você sabe: o poeta, o compositor, o letrista, o showman, o diplomata, o boémio, o apaixonado, o homem do mundo. Ia entrevistá-lo para a Manchete, revista em que eu trabalhava. Um empregado me conduziu à sala e mandou esperar. De repente, passaram por mim, vindas lá de dentro, duas estagiárias de jornal ou, talvez, estudantes de jornalismo - lindas de morrer, usando perturbadoras minissaias (era a moda na época), sobraçando livros ou um caderno de anotações, rindo muito, e foram embora. E só então Vinicius apareceu e me disse olá. Vestia a sua tradicional camisa preta, existencialista, de malha, arregaçada nos cotovelos, a calça cor de gelo, os sapatos sem meias - e cheirava a talco ou sabonete, como se tivesse acabado de sair do banho.