No Name Boys: um historial de violência em tons de encarnado de norte a sul do país

As claques do Benfica definem-se como os meninos bem-comportados e os meninos que estragam tudo por onde passam. Assim, são apelidados os Diabos Vermelhos, que apenas se envolveram em confrontos nos anos 90,  e os No Name Boys, respectivamente.

Se os primeiros tentam afastar-se dos problemas, os segundos estão  sempre ligados a acontecimentos menos positivos. Para além do very light que matou um adepto do Sporting no Jamor, em 1996, dez anos depois, em Albufeira, dois elementos da GNR foram esfaqueados por dois membros dos No Name Boys. No início deste ano, a mesma claque colocou em coma um adepto do V. Guimarães, quando os encarnados foram ao Minho em jogo relativo à Liga 2007/2008.  Em Março deste ano, os No Name Boys agendaram um duelo com a Juventude Leonina, na  véspera do dérbi de Lisboa em Alvalade (empate a um golo). Os distúrbios resultaram num ferido, esfaqueado no tórax e queimado nas costas. A notícia da altura referia que o ferido pertencia à claque leonina ao passo que o agressor era afecto aos No Name Boys.

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