O misterioso mundo dos No Name Boys

Diz-se que nasceram de uma divisão dos Diabos Vermelhos, em 1992, mas ficaram mais visíveis pelo comportamento politicamente incorrecto. Não gostam de intrusos, detestam jornalistas, por isso nunca foram vistos a fazerem declarações públicas sobre a claque, o Benfica ou outro assunto qualquer.

Em 1995 esse comportamento agudizouse quando um dos seus membros, Hugo Inácio, atirou um very-light que atravessou o Jamor de ponta a ponta até atingir mortalmente um adepto do Sporting, Rui Mendes. Este triste indidente deu-se na final da Taça de Portugal conquistada pelo Benfica (3-1), mas a festa teve de ser desviada do Estádio Nacional para o Estádio da Luz, devido à consternação.

A verdade é que até hoje ninguém arrisca dizer com exactidão se os No Name têm uma ideologia política como suporte, muito menos alguém se predispõe a afirmar quantos elementos tem a claque.

No passado, Manuel Vilarinho, então em campanha para a presidência do Benfica, já viu um jogo no meio da claque. Mas esse foi o único acto de uma figura ilustre do clube a ser conotado com o grupo.

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