Eusébio, a maior glória da história do Benfica

Somou golos e títulos ao serviço do Benfica e da selecção e ainda é, para muitos, o melhor jogador português de todos os tempos.

Por extenso, escreve-se Eusébio da Silva Ferreira. De forma reduzida lê-se Eusébio, “King” (Rei) ou “Pantera Negra”. O ex-futebolista, nascido em Janeiro de 1942 em Lourenço Marques, Moçambique (actual Maputo), ficou conhecido por vários epitetos. Uma imagem é comum a todos eles: os golos.


Eusébio começou a jogar futebol nas ruas do seu bairro, Malafala, mas cedo deu nas vistas. Em Moçambique, distinguiu-se com as cores do Sporting de Lourenço Marques, mas cedo rumou à Metrópole e ao Benfica.


Em Lisboa somou golos e títulos. Pelo Benfica, entre outros troféus menores, conquistou onze campeonatos nacionais e uma Taça dos Campeões Europeus. E marcou muitos, muitos golos: no total, 727 em 719 partidas pelas águias – uma média superior a um ‘tento’ por jogo.


Na selecção também teve as suas glórias. 64 internacionalizações, 41 golos e um momentos: a conquista do título de melhor marcador do Mundial 66, no qual “levou” Portugal ao terceiro lugar.


Por tudo o que conquistou, ao serviço do Benfica e da selecção, Eusébio já estaria na história. Falta ainda frisar o título de melhor da Europa (para a France Football), ganho em 1666. Assim como as Botas de Ouro (para o melhor goleador dos campeonatos europeus), conquistadas em 1968 e 1973.

Em suma, são muitas as glórias daquele que ainda é considerado o melhor futebolista português de sempre. Título do qual só poderá ser destronado por Cristiano Ronaldo – como o próprio Eusébio admitiu recentemente.

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