Protecção Civil no meio da informação

'Site' com 6300 consultas

O site da Autoridade Nacional de Protecção Civil teve ontem um número invulgarmente elevado de consultas. Fonte oficial daquela entidade revelou ao DN que, "durante a hora e meia que se seguiu ao sismo, o site teve 6300 consultas de pessoas que tentaram recolher informação sobre o que se passava e, desta forma, evitaram estar a telefonar para os bombeiros e outros meios de socorro e protecção civil".

Situação de todo o país

A Autoridade Nacional de Protecção Civil, situada em Carnaxide, foi recebendo chamadas de responsáveis distritais e municipais de protecção civil e dos bombeiros, de todo o País, que relatavam o que se passava em cada local. Com base nessas informações, concluiu não ser necessário reunir o gabinete de crise, porque o sismo não causou danos graves nem vítimas.

Protecção Civil 'online'

A Autoridade Nacional de Protecção Civil foi actualizando durante toda a madrugada o seu site, sempre que ia recebendo novas informações e sempre que se justificava relatar novos factos, revelou fonte daquele organismo.

Dezenas de chamadas

A central telefónica da Autoridade Nacional de Protecção Civil recebeu "várias dezenas de chamadas" de pessoas a perguntar o que tinha acontecido, referiu fonte daquela entidade.

Bombeiros de Lisboa

O Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa recebeu ontem, logo após o sismo, "cerca de cem chamadas telefónicas, todas ao mesmo tempo. Mas não foi necessário mobilizar meios, porque não houve nenhum problema que exigisse intervenção", referiu fonte da corporação.

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