Serralves pensa o homem a partir da genética

Crítica do Contemporâneo dedicada à biologia começa amanhã

"A Ciência não pode viver divorciada da Cultura", diz António Amorim, comissário das conferências internacionais dedicadas à biologia, com início amanhã, no âmbito do ciclo Crítica do Contemporâneo promovido pela Fundação de Serralves.


Juntar assim cultura com uma disciplina científica faz sentido numa altura em que "a consciência do Eu é cada vez mais mediada pela ciência". Neste caso particular, a proposta de Serralves passa por analisar o campo da genética, incorporando esta informação na maneira de pensar o homem. "Isto porque acarreta um lado sombrio que faz com que as pessoas se sintam culpadas pelos genes que trazem", refere ainda António Amorim. Pensar a diversidade humana e as diferenças interpessoais é o que vão fazer os convidados Jaume Bertranpetit (amanhã), Michael Rawczack (15 de Novembro), Tim Crow (29 Novembro) e Rosalind Harding (13 Dezembro).

Mais Notícias

Outros conteúdos GMG