YouTube na luta com Netflix: vai produzir conteúdos originais na Europa

A empresa da Google quer expandir a sua área de produção de conteúdos para França, Alemanha, Japão e México. A guerra pelos subscritores de conteúdos audiovisuais em streaming está ao rubro, à medida que cada vez mais pessoas preferem ver conteúdos sem ser nos canais tradicionais de televisão. O YouTube continua a tentar rivalizar com a Netflix no mundo das subscrições e, para isso, de acordo com a Reuters, o novo objetivo é ter conteúdos originais em mercados internacionais para aumentar a base de subscritores.

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Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.