PSD quer aliviar IRC das empresas em 1,6 mil milhões de euros

Além do corte na taxa máxima de IRC, os sociais-democratas apresentaram medidas específicas para as PME com mais incentivos fiscais e financeiros.

O PSD quer aliviar a carga fiscal para as empresas em 1,6 mil milhões de euros na legislatura, caso seja eleito governo. Na apresentação do pacote fiscal esta sexta-feira a partir da sede do partido no Porto, Rui Rio revelou que tal será feito através da redução da taxa de IRC dos atuais 21% para 17%.

O objetivo do líder social-democrata "é apoiar as empresas exportadoras e que investem", adiantando que "a medida mais relevante de apoio às empresas será a redução gradual da taxa de IRC em 4 pontos percentuais durante a legislatura", referiu. A taxa passará, na proposta do PSD de 21% para 19% em 2020, chegando aos 17% em 2021. O valor é igual ao que tinha sido fixado no acordo entre o PS de António José Seguro e o governo do PSD-CDS em 2013, e que viria a ser rejeitado pela direção de António Costa.

Rui Rio esclareceu que se trata de uma redução "com um custo fiscal de 1.600 milhões de euros para "apoiar as empresas e principalmente as que exportam e as que investem e são as PME que podem dar melhores empregos e melhores salários", adiantou o líder do PSD.

Outras medidas até 300 milhões de euros

Além da redução gradual da taxa de IRC, o PSD propõe ainda outro conjunto de medidas ainda em sede do imposto sobre as empresas até ao montante de 300 milhões de euros.

Leia no Dinheiro Vivo as outras medidas apresentadas por Rui Rio

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