Medina promete aos credores que vai cortar 40% no défice do Estado em 2022

Mesmo em crise, com o crescimento da economia a fraquejar no terceiro trimestre e os pacotes de apoio às populações, certo é que os cofres das Finanças têm encaixado mais dinheiro do que o normal. Mas nada dura para sempre e as contas entram em 2023 com novos desafios no horizonte.

Portugal deve continuar no chamado "caminho das contas certas" e a prova mais recente disso é o facto de o Ministério das Finanças estar a comunicar aos seus investidores/credores em dívida portuguesa que o défice do Estado (a fatia de leão do défice global) vai cair muito este ano, como aliás já estava estabelecido há meses.

A crise não parece, assim, demover o ministro das Finanças, que continua a apontar para uma redução do défice estatal (a parte das contas públicas que está sob o seu total controlo) de 40% em 2022.

Esta marca, a ser cumprida, sinaliza, não só que não houve derrapagens nas contas, como permite alcançar um ponto de partida mais favorável para a meta do défice do ano que vem.

No reporte dos défices enviado também na semana passada a Bruxelas, Medina manteve o objetivo de défice de 1,9% do produto interno bruto (PIB) para este ano.

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