YouTube substitui algoritmos por humanos na vigilância de conteúdos mais vistos

O YouTube quer tornar a supervisão de conteúdos mais eficaz, substituindo os algoritmos por pessoas.

O YouTube quer reconquistar a confiança dos anunciantes depois das recentes polémicas e anunciou um conjunto de alterações na sua forma de operar. Além de o cada canal passar, a partir de agora, a precisar de 1.000 subscritores e mais de 4.000 horas de visualização num ano para poder ser "sugerido" a possíveis patrocinadores, a plataforma vai deixar de ter um algoritmo a monitorizar os vídeos publicados, passando a ter pessoas a supervisionar os conteúdos de maior sucesso, antes de serem comercializados.

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João Gobern

País com poetas

Há muito para elogiar nos que, sem perspectivas de lucro imediato, de retorno garantido, de negócio fácil, sabem aproveitar - e reciclar - o património acumulado noutras eras. Ora, numa fase em que a Poesia se reergue, muitas vezes por vias "alternativas", de esquecimentos e atropelos, merece inteiro destaque a iniciativa da editora Valentim de Carvalho, que decidiu regressar, em edições "revistas e aumentadas", ao seu magnífico espólio de gravações de poetas. Originalmente, na colecção publicada entre 1959 e 1975, o desafio era grande - cabia aos autores a responsabilidade de dizerem as suas próprias criações, acabando por personalizá-las ainda mais, injectando sangue próprio às palavras que já antes tinham posto ao nosso dispor.