YouTube substitui algoritmos por humanos na vigilância de conteúdos mais vistos

O YouTube quer tornar a supervisão de conteúdos mais eficaz, substituindo os algoritmos por pessoas.

O YouTube quer reconquistar a confiança dos anunciantes depois das recentes polémicas e anunciou um conjunto de alterações na sua forma de operar. Além de o cada canal passar, a partir de agora, a precisar de 1.000 subscritores e mais de 4.000 horas de visualização num ano para poder ser "sugerido" a possíveis patrocinadores, a plataforma vai deixar de ter um algoritmo a monitorizar os vídeos publicados, passando a ter pessoas a supervisionar os conteúdos de maior sucesso, antes de serem comercializados.

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Patrícia Viegas

Espanha e os fantasmas da Guerra Civil

Em 2011, fazendo a cobertura das legislativas que deram ao PP de Mariano Rajoy uma maioria absoluta histórica, notei que quando perguntava a algumas pessoas do PP o que achavam do PSOE, e vice-versa, elas respondiam, referindo-se aos outros, não como socialistas ou populares, não como de esquerda ou de direita, mas como los rojos e los franquistas. E o ressentimento com que o diziam mostrava que havia algo mais em causa do que as questões quentes da atualidade (a crise económica e financeira estava no seu auge e a explosão da bolha imobiliária teve um impacto considerável). Uma questão de gerações mais velhas, com os fantasmas da Guerra Civil espanhola ainda presente, pensei.