Apple cai na bolsa e arrasta Wall Street

A Apple perdia 9,45% depois de ter anunciado uma revisão em baixa das suas previsões de resultados para o primeiro trimestre de 2019.

A bolsa de Nova Iorque negociava esta quinta-feira em baixa no início da sessão, penalizada pela queda superior a 9% da tecnológica Apple, que anunciou uma revisão em baixa das suas previsões para o primeiro trimestre.

Às 14:50 (hora de Lisboa), o índice Dow Jones perdia 1,49% para 22.998,70 pontos e o Nasdaq recuava 1,70% para 6.552,55 pontos.

O índice alargado S&P 500 descia 0,97% para 2.485,65 pontos.

A Apple perdia 9,45% depois de ter anunciado na quarta-feira uma revisão em baixa das suas previsões de resultados para o primeiro trimestre de 2019, apontando como um dos motivos o abrandamento do crescimento na China.

Numa carta aos investidores, o líder da Apple, Tim Cook, apontou o reforço do dólar e a desaceleração "mais forte do que o previsto" da economia chinesa para justificar esta rara revisão em baixa.

Na quarta-feira, a bolsa nova-iorquina encerrou a primeira sessão de 2019 com ganhos ligeiros, depois de abrir em queda. O Dow Jones subiu 0,08% e o Nasdaq 0,46%.

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Maria Antónia de Almeida Santos

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De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.