Turquia, Egito e Tunísia desviam turistas ingleses e alemães de Portugal

Ingleses, alemães e holandeses estão a cortar nas viagens para Portugal.

Contas feitas, os hotéis nacionais perderam 59 196 mil turistas britânicos desde o início do ano, menos 6,4% do que nos primeiros seis meses de 2017; alemães a procurarem Portugal são menos 7123 (-1,1%) e o número de turistas holandeses baixou 16 732 (-6,8%) . Os preços muito atrativos da Turquia, Egito e Tunísia, destinos turísticos concorrentes, explicam a queda.

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Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

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