PS já admite rever pensões antecipadas anunciadas por ministro

António Costa recusa dar novas justificações perante coro de protestos à esquerda e à direita.

A tempestade política que se formou em volta da intenção do governo de limitar as reformas antecipadas aos trabalhadores que atingem os 60 anos de idade com pelo menos 40 anos de descontos obrigou ontem Carlos César, presidente do PS e líder do grupo parlamentar, a mostrar abertura para clarificar os objetivos do novo regime. De Bruxelas, António Costa recusou comentar as novas regras, afirmando que estas já foram "bem explicadas" pelo ministro Vieira da Silva.

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Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.