Poupanças e reformas. O futuro não é para novos

No futuro, viveremos mais e teremos vidas produtivas mais longas. O que obriga a repensar a forma como são feitas as poupanças para a reforma.

Uma sociedade em que a esperança média de vida continua a aumentar e em que a natalidade estagnou é, a médio prazo, uma sociedade envelhecida. Numa iniciativa conjunta da Real Vida Seguros, Dinheiro Vivo e TSF, Margarida Corrêa de Aguiar, ex-secretária de Estado da Segurança Social e presidente da Cidadania Social – Associação para a Intervenção e Reflexão de Políticas Sociais, João Borges de Assunção, professor universitário, e Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, debateram o impacto do envelhecimento na poupança e nas pensões de reforma.

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João Almeida Moreira

Bolsonaro, curiosidade ou fúria

Perante um fenómeno que nos pareça ultrajante podemos ter uma de duas atitudes: ficar furiosos ou curiosos. Como a fúria é o menos produtivo dos sentimentos, optemos por experimentar curiosidade pela ascensão de Jair Bolsonaro, o candidato de extrema-direita do PSL em quem um em cada três eleitores brasileiros vota, segundo sondagem de segunda-feira do banco BTG Pactual e do Instituto FSB, apesar do seu passado (e presente) machista, xenófobo e homofóbico.