Poupanças e reformas. O futuro não é para novos

No futuro, viveremos mais e teremos vidas produtivas mais longas. O que obriga a repensar a forma como são feitas as poupanças para a reforma.

Uma sociedade em que a esperança média de vida continua a aumentar e em que a natalidade estagnou é, a médio prazo, uma sociedade envelhecida. Numa iniciativa conjunta da Real Vida Seguros, Dinheiro Vivo e TSF, Margarida Corrêa de Aguiar, ex-secretária de Estado da Segurança Social e presidente da Cidadania Social – Associação para a Intervenção e Reflexão de Políticas Sociais, João Borges de Assunção, professor universitário, e Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, debateram o impacto do envelhecimento na poupança e nas pensões de reforma.

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