Portugal com 2.ª maior subida dos preços da habitação no 4.º trimestre

O indicador cresceu 1,2% do terceiro para o quarto trimestre de 2017

Portugal registou a segunda maior subida homóloga dos preços da habitação (10,5%) no quarto trimestre do 2017, tendo estes aumentado mais do dobro do que na zona euro e na União Europeia (UE), divulgou o Eurostat esta quarta-feira.

As maiores subidas nos preços das casas, tal como mede o índice dos preços da habitação, registaram-se na Irlanda (11,8%), Portugal (10,5%) e na Eslovénia (10,0%), havendo apenas um recuo em Itália (-0,3%)

Entre outubro e dezembro de 2017, de acordo com o gabinete de estatísticas da UE, o índice de preços da habitação avançou 4,2% na zona euro e 4,5% no conjunto dos 28 Estados-membros, face ao trimestre homólogo.

As maiores subidas nos preços das casas, tal como mede o índice dos preços da habitação, registaram-se na Irlanda (11,8%), Portugal (10,5%) e na Eslovénia (10,0%), havendo apenas um recuo em Itália (-0,3%).

Face ao trimestre anterior, os preços da habitação aumentaram 0,9% na zona euro e 0,7% na UE.

Na variação em cadeia, as maiores subidas foram assinaladas na Eslovénia (3,7%), na Croácia (3,2%) e em Chipre (2,7%), existindo quatro recuos: na Suécia (-2,8%), na Dinamarca (-1,7%), na Bélgica (-0,4%) e na Finlândia (-0,3%).

Em Portugal, o indicador cresceu 1,2% do terceiro para o quarto trimestre de 2017.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.