Polícia espanhola investiga morte de Pedro Queiroz Pereira num iate em Ibiza

O industrial Pedro Queiroz Pereira terá caído das escadas de um iate em Ibiza e a sua morte está a ser investigada pelas autoridades espanholas.

O industrial Pedro Queiroz Pereira terá caído das escadas de um iate em Ibiza e a sua morte está a ser investigada pelas autoridades espanholas.

O empresário morreu no sábado aos 69 anos e, segundo o Expresso, a causa terá sido um "ataque cardíaco fulminante".

Os media locais contam que agentes fizeram uma inspeção à embarcação e a polícia abriu uma investigação ao caso.

"A polícia nacional abriu uma investigação aos factos, embora tudo aponte para que se tenha tratado de um acidente fatal", refere o Diario de Ibiza.

Queiroz Pereira era o quinto homem mais rico de Portugal, segundo a Forbes, com uma fortuna avaliada em 1,1 mil milhões de euros. Deixa como legado um grupo industrial que inclui a Navigator, ex-Portucel, e a cimenteira Secil.

Elisabete Tavares é jornalista do Dinheiro Vivo

Ler mais

Exclusivos

Premium

Anselmo Borges

Islamofobia e cristianofobia

1. Não há dúvida de que a visita do Papa Francisco aos Emirados Árabes Unidos de 3 a 5 deste mês constituiu uma visita para a história, como aqui procurei mostrar na semana passada. O próprio Francisco caracterizou a sua viagem como "uma nova página no diálogo entre cristianismo e islão". É preciso ler e estudar o "Documento sobre a fraternidade humana", então assinado por ele e pelo grande imã de Al-Azhar. Também foi a primeira vez que um Papa celebrou missa para 150 mil cristãos na Península Arábica, berço do islão, num espaço público.

Premium

Adriano Moreira

Uma ameaça à cidadania

A conquista ocidental, que com ela procurou ocidentalizar o mundo em que agora crescem os emergentes que parecem desenhar-lhe o outono, do modelo democrático-liberal, no qual a cidadania implica o dever de votar, escolhendo entre propostas claras a que lhe parece mais adequada para servir o interesse comum, nacional e internacional, tem sofrido fragilidades que vão para além da reforma do sistema porque vão no sentido de o substituir. Não há muitas décadas, a última foi a da lembrança que deixou rasto na Segunda Guerra Mundial, pelo que a ameaça regressa a várias latitudes.