Plástico biodegradável mais próximo da realidade

Embora seja considerado um maiores poluentes da atualidade, o plástico não vai deixar de ser utilizado pelo público durante os próximos anos. Demasiados objetos do dia-a-dia são feitos com este material derivado de petróleo, que não é biodegradável e representa um perigo para a saúde de muitas espécies aquáticas de animais. Mas a solução poderá […]

Embora seja considerado um maiores poluentes da atualidade, o plástico não vai deixar de ser utilizado pelo público durante os próximos anos. Demasiados objetos do dia-a-dia são feitos com este material derivado de petróleo, que não é biodegradável e representa um perigo para a saúde de muitas espécies aquáticas de animais. Mas a solução poderá estar mais próxima. Enquanto outras pesquisas têm-se preocupado em desenvolver materiais que possam consumir os restos de plástico, um grupo de investigadores da Universidade Estadual do Colorado, nos Estados Unidos, desenvolveram um plástico biológico e biodegradável. Chamado P3HB, é produzido por bactérias, algas e outros […]

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Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

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Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.