Peugeot 3008 eleito Carro do Ano em Portugal

Muito diferente por dentro, suficientemente original por fora, motor conhecido, dinâmica apurada, qualidade assinalável num elogio à capacidade da indústria europeia, espaço à medida das exigências, o Peugeot 3008 destacou-se na votação pormenorizada dos jornalistas portugueses e foi considerado o melhor automóvel para 2017.

O Peugeot 3008 é o Carro do Ano em Portugal. O júri constituído por 18 jornalistas de outras tantos meios de comunicação elegeu por maioria o SUV francês naquela que foi uma das votações mais disputadas na história do concurso que vai na 34.ª edição.

Eram candidatos ao Troféu Volante de Cristal/Essilor outros seis modelos e quase todos eles mereceram o primeiro lugar para vários dos jurados. Saídos de um lote de 20 automóveis, chegaram ainda à votação final Citroën C3 Pure Tech 110 S&S Shine, Hyundai Ionic Hybrid Tech, Kia Optima SW 1.7 CRDI GT Line, Renault Mégane Sport Tourer dCi 130 GT Line, SEAT Ateca 1.6 TDI CR Style S&S 115 CV e Volvo V90 D4 190 CV Geartronic.

No concurso, organizado pelo Expresso e pela SIC, a que o DN está associado desde a primeira hora, foram também eleitos os melhores por segmento. O resultado da votação, foi o seguinte:

Citadino do Ano - Citroën C3 Pure Tech 110 S&S Shine

Familiar do Ano - Renault Mégane Berlina Energy dCi 130 GT LIne

Carrinha do Ano - Volvo V90 D4 190 CV Geartronic

Crossover do Ano - SEAT Ateca 1.6 TDI CR Style S&S 115 CV

Ecológico do Ano - Hyundai Ionic Hybrid Tech.

A iniciativa contempla ainda o Prémio Tecnologia e Inovação, atribuído ao Volvo Pilot Assist.

O Prémio do público, atribuído através de votação nas redes sociais, foi para o SEAT Ateca.

O Peugeot 3008 sucede ao Opel Astra.

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'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?