Mira Amaral acusa Guterres de ser o "pai" das rendas excessivas da eletricidade

O ex-ministro da Energia frisou que a responsabilidade dos CAE das centrais da EDP, que passaram a CMEC, é do governo de António Guterres, em 1996

Na comissão parlamentar de inquérito ao pagamento de rendas excessivas aos produtores de eletricidade de quarta-feira, Luís Mira Amaral rejeitou ser o "pai dos CAE [Contratos de Aquisição de Energia] da EDP", assinados em 1996, e que depois se transformaram nos Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC), entre 2004 e 2007,

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