Metro de Lisboa investe 22 milhões em obras em cinco estações

Colégio Militar, Arroios, Areeiro, Cais do Sodré e Olivais serão alvo de intervenção a partir do próximo ano

O Metro de Lisboa vai investir cerca de 22 milhões de euros em intervenções em cinco estações e na realização de obras em viadutos, avança hoje o Jornal de Negócios. A partir do próximo ano, as estações de Colégio Militar, Arroios, Areeiro, Cais do Sodré e Olivais serão alvo de intervenção, segundo afirmou à publicação o presidente da empresa, Tiago Farias.

O responsável revelou ainda que tem 400 mil euros anuais para solucionar avarias, nomeadamente em escadas rolantes e elevadores e que já deu início a um processo para contratar 30 novos colaboradores para o metro.

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Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.