Meta do défice italiano afunda ações dos bancos, mas crise não será para já

Os 2,4% do PIB fixados como défice em 2019 poderão valer sanções de Bruxelas e uma descida de rating. Mas uma crise não será para já.

A estratégia fiscal desenhada em Roma pode ser “um acidente à espera de acontecer” – mas apenas mais tarde. Ainda assim, os mercados não esperaram para penalizar os bancos de Itália e os custos da dívida do país. As ações das instituições estavam ao início da tarde desta sexta-feira a perder mais de 6% em bolsa e os rendimentos da dívida italiana foram já acima dos 3%, depois de a coligação governamental italiana ter fixado o défice para o próximo ano em 2,4% do PIB – e não abaixo dos 2% como vinha sendo esperado.

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