Luís Henriques defende Portugal como plataforma comercial para a China

O presidente do AICEP defende que o nosso país é um excelente destino para os investimentos chineses

Luís Castro Henriques, o presidente do AICEP, a agência portuguesa promotora das exportações e da internacionalização da economia do pais, defendeu na abertura do 13.º Encontro de empresários para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (PLPs) que "Portugal é um excelente destino para os investimentos de língua portuguesa e para os investimentos chineses. Nós podemos e queremos ser uma excelente plataforma para aceder a ambos e também ao mercado europeu".

Veja o vídeo da intervenção em plataformamedia.com.

Exclusivos

Premium

Ferreira Fernandes

"Corta!", dizem os Diáconos Remédios da vida

É muito irónico Plácido Domingo já não cantar a 6 de setembro na Ópera de São Francisco. Nove mulheres, todas adultas, todas livres, acusaram-no agora de assédios antigos, quando já elas eram todas maiores e livres. Não houve nenhuma acusação, nem judicial nem policial, só uma afirmação em tom de denúncia. O tenor lançou-lhes o seu maior charme, a voz, acrescida de ter acontecido quando ele era mais magro e ter menos cãs na barba - só isso, e que já é muito (e digo de longe, ouvido e visto da plateia) -, lançou, foi aceite por umas senhoras, recusado por outras, mas agora com todas a revelar ter havido em cada caso uma pressão por parte dele. O âmago do assunto é no fundo uma das constantes, a maior delas, daquilo que as óperas falam: o amor (em todas as suas vertentes).

Premium

Crónica de Televisão

Os índices dos níveis da cadência da normalidade

À medida que o primeiro dia da crise energética se aproximava, várias dúvidas assaltavam o espírito de todos os portugueses. Os canais de notícias continuariam a ter meios para fazer directos em estações de serviço semidesertas? Os circuitos de distribuição de vox pop seriam afectados? A língua portuguesa resistiria ao ataque concertado de dezenas de repórteres exaustos - a misturar metáforas, mutilar lugares-comuns ou a começar cada frase com a palavra "efectivamente"?