"Robôs assassinos". Líderes mundiais da tecnologia alertam ONU

Elon Musk, da Tesla, Mustafa Suleyman, da Google e Esben Østergaard, da Universal Robotics, entre outros, querem travar o uso de armas autónomas

O comunicado chamou-lhes de "robôs assassinos" e esta não é a primeira vez que os líderes do mundo da tecnologia alertam as Nações Unidas para os perigos da Inteligência Artificial. Já em 2015, a indústria tinham tentado alertar a ONU para a urgência de se fazer algo para tentar travar o desenvolvimento desenfreado da robótica, apelando a uma proibição internacional das armas autónomas.

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Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).