Invisível ficou mesmo invisível antes de terminar a vindima da próxima edição

A Ervideira volta a lançar uma nova colheita de Invisível, mantendo a tradição de a lançar no dia das mentiras

A vindima noturna, de 2017, que vai dar origem à colheita do Invisível ainda não acabou, mas "o vinho, da colheita de 2016, já é mesmo invisível", diz Duarte Leal da Costa, diretor Executivo da Ervideira. Isto, "porque o vinho a lançar no dia 1 de abril já foi todo vendido, as 60 mil garrafas já esgotaram. O que significa que vamos ter uma rutura de stock durante sete meses".

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Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.