FMI. Governo devia ir mais rápido no défice e com mais calma nas leis laborais

O défice público deste ano "está ao alcance", diz o FMI no resumo da sua avaliação anual ao país, divulgado esta terça-feira

A meta orçamental mantém-se nos 0,7% do produto interno bruto (PIB). No entanto, o credor pressente uma série de riscos negativos a emergir e recomenda ao governo que use as boas condições económicas que ainda prevalecem e faça um "frontloading" do ajustamento orçamental previsto no Programa de Estabilidade. No fundo que vá mais rápido da redução do défice e da dívida, de modo a resistir a eventuais "surpresas adversas mais adiante".

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João Almeida Moreira

Bolsonaro, curiosidade ou fúria

Perante um fenómeno que nos pareça ultrajante podemos ter uma de duas atitudes: ficar furiosos ou curiosos. Como a fúria é o menos produtivo dos sentimentos, optemos por experimentar curiosidade pela ascensão de Jair Bolsonaro, o candidato de extrema-direita do PSL em quem um em cada três eleitores brasileiros vota, segundo sondagem de segunda-feira do banco BTG Pactual e do Instituto FSB, apesar do seu passado (e presente) machista, xenófobo e homofóbico.

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Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.