FMI critica subida do salário mínimo e teme que custos laborais descarrilem

Aumento do salário mínimo para 580 euros em 2018 "pode contribuir para aumentar custos do trabalho no ano que vem", diz missão

A missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) que avalia Portugal, censura o aumento do salário mínimo, vê pressões já em marcha que aumentam demais os custos laborais, o que pode causar danos sérios à competitividade da economia, alerta a equipa de avaliadores no estudo sobre a sexta missão de vigilância do pós-programa de ajustamento, divulgado esta sexta-feira.

Na resposta, o governo mostrou ceticismo quanto aos riscos referidos, mas até tranquilizou os credores: "As autoridades declararam que as reformas do tempo do programa de ajustamento não estão em causa, indicando que tencionam continuar a reduzir a segmentação do mercado laboral", revela o novo relatório.

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