Floresta vale mais de 1,3 mil milhões e está subaproveitada

Fileira dá muito a ganhar ao país, mas intervenientes pedem políticas mais adequadas e apoios mais ajustados. Potencial de crescimento é enorme

A floresta vale, pelo menos, 1,3 mil milhões de euros. Essa foi a avaliação feita em 2001 e é a que consta no despacho do Conselho de Ministros da Estratégia Nacional para a Floresta aprovado no ano passado. Américo Mendes, professor de Economia na Universidade Católica do Porto, autor daquela avaliação, repartiu-a em três grandes fatias: 41% resulta da produção de madeira, 47% vem de outros produtos e serviços e 12% provem de serviços ambientais. Dezasseis anos depois, Américo Mendes considera que, agora, é necessário ter em conta que o impacto dos danos causados pelos incêndios é maior; por consequência, os produtos para comercializar baixaram, mas a componente positiva associada à floresta teria de ser revista caso a caso.

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Ferreira Fernandes

A Europa, da gasolina lusa ao palhaço ucraniano

Estamos assim, perdidos algures entre as urnas eleitorais e o comando da televisão. As urnas estão mortas e o nosso comando não é nenhum. Mas, ao menos, em advogado de Maserati que conduz sindicalistas podíamos não ver matéria de gente rija como cornos. Matéria perigosa, sim. Em Portugal como mais a leste. Segue o relato longínquo para vermos perto.Ontem, defrontaram-se os dois candidatos a presidir a Ucrânia. Não é assunto irrelevante apesar de vivermos no outro extremo da Europa. Afinal, num canto ainda mais a leste daquele país há uma guerra civil meio instigada pelos russos - e hoje sabemos, como não sabíamos ainda há pouco, que as guerras de anteontem podem voltar.