Fisco pode reconhecer residência no estrangeiro com efeitos retroativos

Emigrantes que retornem neste ano ou próximo ao país podem ter 50% de redução no IRS, mas é necessário reunir três anos de residência fiscal fora.

Os emigrantes que regressem ao país neste ano ou no próximo, tendo estado fora nos três anos anteriores a regresso, poderão ver ainda reconhecido o tempo de residência fiscal no estrangeiro completo ainda que não tenham feito a alteração da morada fiscal oportunamente. Para tal, é necessário que tenham feito, entretanto, esta alteração no cartão do cidadão, e que apresentem um certificado de residência fiscal do país onde estiveram emigrados.

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Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.