Ensino Superior. Os cursos com mais empregabilidade na hora de escolher

Profissões ligadas às tecnologias de informação vão continuar em crescimento nos próximos anos. Também o turismo é uma boa opção.

Pousadas as canetas e arrumados os livros, é hora de os alunos do ensino secundário fazerem planos à vida e ao futuro. Na quinta-feira, dia 12, são divulgados os resultados da primeira fase dos exames nacionais. Menos de uma semana depois, dia 18, arrancam as candidaturas ao ensino superior.

O curso de sonho nem sempre corresponde a um emprego de sucesso e, por isso mesmo, é imperativa uma análise não só das aspirações pessoais mas também das condições reais de mercado. O Dinheiro Vivo falou com vários especialistas de recrutamento e emprego de forma a perceber quais as profissões que são sinónimo de empregabilidade e crescimento nos próximos anos.

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Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.