Encher o depósito custa o dobro em Portugal face à Holanda

Encher um depósito de 50 litros implica para os portugueses uma taxa de esforço de 8,65%.

A gasolina mais cara da Europa paga-se na Holanda (1,689euro) e Portugal fica em quinto lugar (1,601euro). No entanto, tendo em conta o salário médio líquido de cada país, a verdade é que encher um depósito de 50 litros implica para os portugueses uma taxa de esforço de 8,65%, sendo que o custo para os holandeses é de apenas 3,92%. O mesmo sucede com a Dinamarca e a Itália, onde a gasolina é mais cara, mas as remunerações médias são mais altas. O único país comparável a Portugal é a Grécia, com uma taxa de esforço de 8,98%.

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A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.