Empresas de transportes vão demorar a eliminar o diesel e o gás

A Transdev, maior transportadora global da Europa, está centrada no esforço de apoiar a descarbonização, disse o seu diretor de estratégia e inovação, Xavier Aymonod.

Mas o responsável da empresa francesa, ao participar num debate no Lisbon Mobi Summit, admitiu que este objetivo tem algumas limitações e um custo elevado. Em causa está uma frota de mais de mil autocarros, dos quais 70% ainda funcionam a diesel, 11% a gás e apenas 5% a eletricidade.

Atendendo a que a rentabilidade da operação requer que os camiões têm de cumprir o seu período de vida útil, a sua substituição antes de decorrido esse período comporta custos muito elevados, observou.

Falando no painel da manhã sobre descarbonização dos transportes, Xavier Aymonod referiu que a empresa tem uma visão ampla que de como deve evoluir.

Assumindo que o seu negócio de todos os dias é apoiar a descarbonização, aquele responsável considera que esse esforço deve ser feito em três eixos. Em primeiro lugar, atraindo mais pessoas para os transportes públicos, aumentando a oferta e melhorando a sua experiência. Em segundo, apostar no transporte "on demand", que flexibiliza o serviço, por exemplo, com serviços de navetes que podem levar as pessoas exatamente onde precisam, através de uma aplicação móvel. E, por último, apostar num mix de modalidades de transporte para ajudar a reduzir a poluição.

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