Consumidores pedem fim das fidelizações nas telecomunicações

Mais de 100 mil consumidores já conhecem o projeto DECO Causa Efeito, que quer construir uma voz mais ativa dos consumidores portugueses e poderá vir a ser reproduzida por associações internacionais. As votações só fecham domingo, 13 de maio

A poucos dias do fecho das votações para causa dos portugueses, a DECO PROTESTE divulga alguns números sobre as intenções dos consumidores expressas neste projeto-piloto. E se a tendência atual de votação se mantiver, uma das próximas causas que a DECO PROTESTE defenderá em 2018/2019 será o fim dos períodos de fidelização nos contratos das telecomunicações, ideia que já recolhe o maior número de apoiantes, de acordo com os valores atuais do projeto.

Na corrida pela liderança, apenas alguns votos abaixo, está o combate ao lixo marinho nas praias, a redução do IVA nos bens e serviços essenciais e a manutenção dos dois anos de garantia dos produtos. "É muito positivo ver que muitas das causas apresentadas são já bandeiras da DECO PROTESTE. Significa que o nosso trabalho reflete as preocupações mais atuais dos portugueses", avança Rita Rodrigues, responsável pelas Relações Institucionais da DECO PROTESTE.

De entre o total de causas pelo bem comum já apresentadas pelos consumidores, que pode ver aqui, quase 20% são provocadas pelos serviços do Estado, logo seguidas por causas de Bens e Consumo e pelas relacionadas com Direitos do Consumidor.

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Anselmo Borges

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1. A perseguição aos cristãos foi particularmente feroz durante a Revolução Cultural no tempo de Mao. Mas a situação está a mudar de modo rápido e surpreendente. Desde 1976, com a morte de Mao, as igrejas começaram a reabrir e há quem pense que a China poderá tornar-se mais rapidamente do que se julgava não só a primeira potência económica mundial mas também o país com maior número de cristãos. "Segundo os meus cálculos, a China está destinada a tornar-se muito rapidamente o maior país cristão do mundo", disse Fenggang Yang, professor na Universidade de Purdue (Indiana, Estados Unidos) e autor do livro Religion in China. Survival and Revival under Communist Rule (Religião na China. Sobrevivência e Renascimento sob o Regime Comunista). Isso "vai acontecer em menos de uma geração. Não há muitas pessoas preparadas para esta mudança assombrosa".