Coca-Cola encerra 2017 com menos 81% de lucro

Grupo teve lucro líquido de 1.248 milhões de dólares

O grupo Coca-Cola anunciou hoje que encerrou 2017 com um lucro líquido de 1.248 milhões de dólares (mil milhões de euros), 81% menos do que em 2016, devido aos ajustamentos fiscais feitos no quarto trimestre.

O grupo anunciou que o lucro anual por ação foi de 0,29 dólares, quando há um ano tinha sido de 1,49 dólares. As receitas anuais recuaram 15% para 35.410 milhões de dólares.

No comunicado em que apresenta estes resultados, a Coca-Cola explicou que fez provisões fiscais de 4.600 milhões de dólares no quarto trimestre devido a alterações introduzidas com a reforma fiscal recentemente aprovada nos Estados Unidos.

No último trimestre de 2017, entre outubro e dezembro, a Coca-Cola registou perdas de 2.572 milhões de dólares quando no mesmo período de 2016 tinha alcançado um lucro de 550 milhões de dólares.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.