Há um falso banco Finantia em Portugal

A CMVM aconselha a todas as pessoas e entidades que tiverem qualquer relação com este banco que entrem em contacto com o regulador

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) alertou esta terça-feira que o Banco Privado Finantia não está autorizado para exercer qualquer atividade de intermediação financeira em Portugal, aconselhando os investidores que se relacionaram com a entidade a contactar o regulador.

"A CMVM esclarece que esta entidade utiliza designação semelhante à do Banco Finantia (...), intermediário financeiro registado na CMVM que não é objeto da presente comunicação nem, de qualquer forma, visada pela mesma", realçou o supervisor.

Todas as pessoas e entidades que tiverem estabelecido qualquer relação comercial com esta entidade, podem contactar a CMVM através do número 800205339 (linha verde), ou por mensagem eletrónica para cmvm@cmvm.pt.

Os investidores podem consultar na página oficial da CMVM a lista das entidades autorizadas a oferecer serviços de investimento em serviços financeiros, bem como os intermediários financeiros autorizados e as entidades habilitadas a prestar serviços financeiros em Portugal em regime de Livre Prestação de Serviços.

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Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.