CGTP exige respostas à precariedade do trabalho

O governo iniciou o debate da precariedade laboral com oito questões aos parceiros sociais. A CGTP já respondeu e exige medidas efetivas.

A CGTP não aceita que a precariedade do trabalho possa ser combatida com a diferenciação positiva ou negativa da taxa social única (TSU) e exige o afastamento das empresas de trabalho como intermediárias na relação entre os trabalhadores e as entidades patronais a quem prestam apoio.

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