Câmara do Porto vai discutir gratuitidade dos passes das crianças até aos 12 anos

A Câmara Municipal do Porto vai discutir com a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) e a Metro do Porto a possibilidade de aplicar a gratuitidade dos passes para crianças até aos 12 anos.

A Câmara Municipal do Porto vai discutir com a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) e a Metro do Porto a possibilidade de aplicar a gratuitidade dos passes para crianças até aos 12 anos.

Esta medida, segundo informação prestada hoje pelo presidente da autarquia, o independente Rui Moreira, na reunião do executivo municipal, irá custar 1,9 milhões de euros por ano.

O assunto surgiu na sequência da discussão de uma moção apresentada pelo movimento Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido que questionava o Governo sobre quando pretende aprovar uma resolução em Conselho de Ministros para que a Metro do Porto encomende material circulante “essencial” para reforçar a nova linha e as restantes ligações.

Esta moção acabou por ser retirada, depois do vereador socialista Manuel Pizarro lhe apontar “algumas lacunas” e sugerir convidar o presidente da Metro do Porto, Jorge Delgado, para prestar esclarecimentos.

Concordando com esta sugestão do PS, o presidente da Câmara Municipal do Porto, o independente Rui Moreira, considerou “útil” chamar à discussão um tema que “está na ordem do dia” e comprometeu-se a convocar a administração da metro numa próxima reunião de câmara.

Leia mais em Dinheiro Vivo a sua marca de economia

Ler mais

Exclusivos

Premium

João Gobern

País com poetas

Há muito para elogiar nos que, sem perspectivas de lucro imediato, de retorno garantido, de negócio fácil, sabem aproveitar - e reciclar - o património acumulado noutras eras. Ora, numa fase em que a Poesia se reergue, muitas vezes por vias "alternativas", de esquecimentos e atropelos, merece inteiro destaque a iniciativa da editora Valentim de Carvalho, que decidiu regressar, em edições "revistas e aumentadas", ao seu magnífico espólio de gravações de poetas. Originalmente, na colecção publicada entre 1959 e 1975, o desafio era grande - cabia aos autores a responsabilidade de dizerem as suas próprias criações, acabando por personalizá-las ainda mais, injectando sangue próprio às palavras que já antes tinham posto ao nosso dispor.