Câmara de Lisboa recua em leilão anulado e atribui três casas com rendas baixas

Leilão de rendas abre guerra na câmara. Vereador Manuel Salgado assume liderança de empresa municipal

Casas sem gente e gente sem casa. Tem sido assim desde que o leilão de rendas da Câmara de Lisboa (CML) foi suspenso em abril. Depois de ouvir os vencedores do concurso, no início do mês passado, a autarquia identificou três famílias "em risco" de ficar sem tecto e decidiu atribuir-lhes as casas que tinham licitado no leilão, "aplicando a renda mínima prevista", que varia entre 350 e 500 euros. Metade do valor que tinham oferecido.

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