Banco de Portugal aplica coimas de 911 mil euros no 4.º trimestre de 2017

Coimas dizem respeito a 108 processos

O Banco de Portugal abriu 23 processos de contraordenação no quarto trimestre do ano passado e decidiu outros 108, tendo aplicado coimas de 911 mil euros aos bancos que supervisiona, revelou hoje a instituição.

Dos 108 processos decididos, entre outubro e dezembro de 2017, 77 são relativos a infrações de natureza comportamental, 23 a infrações de natureza prudencial e cinco sobre infrações a deveres respeitantes à prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo.

Dos processos decididos nesse período, dois referem-se a atividade financeira ilícita e um sobre infrações às regras em matéria de recirculação de numerário.

Em resultado destas decisões, o Banco de Portugal aplicou 11 admoestações e coimas no valor de 911 mil euros, dos quais 336.500 euros suspensos na sua execução.

No trimestre anterior, entre julho e setembro de 2017, o Banco de Portugal tinha instaurado 31 e decidido 55 processos de contraordenação, tendo proferido quatro admoestações e aplicado coimas de 317 mil euros.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.